Pular para o conteúdo principal

Postagens

Anexo secreto

Hoje f alarei sobre o anexo secreto aonde Anne No livro, quando os judeus começam a ser caçados por Adolf Hitler na Holanda, o pai de Anne (Otto) e Sr Kleiman, seu amigo, levam a família para um espaço anexo á fábrica onde Otto trabalhava.  Anne, vai para o anexo com sua família, a mãe (Edith Frank), o pai (Otto Frank) e sua irmã mais velha (Margot Frank). Lá eles conhecem o senhor e senhora VanDaan e seu filho Peter VanDaan, que serão seus "colegas de anexo" durante este período, pelo anexo passaram também Sr. Dussel, Sr. Voskuijl e Boche (o gato).  Os moradores do anexo também tiveram ajuda de Miep (Hermine), secretária e Bep (Elisabeth), taquigrafista, da Opekta, empresa de Otto Frank, elas ajudavam os moradores abastecendo o anexo com comida, roupas e oferecendo até cursos de línguas dados por elas mesmas e ainda,  Sr. Kugler, um dos primeiros  funcionários de Otto, que ajudava Miep e Bep com as compras. Fontes http://www.annefrank.org...

capas e versões do diário de Anne Frank

Ao longo dos anos, o livro "Diário de Anne Frank" foi editado, reeditado, censurado e descensurado. Atualmente existem quatro versões do Diário disponíveis para venda. A versão A que é original, sem censuras e tudo da forma como Anne escreveu em Kitty, a versão B é a versão que Anne planejava publicar depois da guerra, então ela é escrita quase como uma novela em cartas avulsas, Anne chamava esta coleção de cartas de "O Anexo Secreto", existe ainda a versão C é um pouco censurada e nesta, Otto reuni as informações das duas versões anteriores em um livro só, a versão C é a mais usada nas escolas devido ás características citadas anteriormente, e por fim a versão D, que foi organizada por Mirjam Pressler em 1955, essa é muito semelhante a versão B, enquanto a B é organizada por Otto e por Mirjam e a versão D é reorganizada por ela e esta é pouco conhecida. Existem também vários livros de diferentes capas, a primeira capa foi esta: Em seguida, vieram as outr...

Família van Pels (van Daan)

Venho aqui hoje falar sobre a família que conviveu com os Franks no Anexo secreto Hermann van Pels ​      Hermann van Pels começa a trabalhar com Otto Frank em 1938. Miep Gies lembra-se dele como "um homem alto e encorpado" e "um tipo de pessoa muito agradável que se adaptou facilmente à rotina da empresa".      Hermann adquiriu os seus conhecimentos como açougueiro trabalhando no negócio de seu pai, Aron van Pels (que era originalmente holandês). Após seu casamento com Lina Vorsänger, Aron estabeleceu-se em Gehrde, Alemanha. Lá, ele trabalhou para o seu sogro alemão, um atacadista de equipamentos e utensílios para açougues. Aron e Lina tiveram seis filhos: Max, Henny, Ida, Hermann, Klara e Meta.      Hermann nasceu em 31 de março de 1898. Ele tornou-se representante da empresa do seu pai em Osnabrück, Alemanha.      Ele se casou em 5 de dezembro de 1925 com a alemã Auguste (Gusti) Röttgen. Ela se...

A vida de Anne Frank

Aqui eu trago um resumo da vida de Anne antes da ida para o anexo feita por ela mesma(na pagina 20):  "Como ninguém entenderia uma palavra de minhas histórias contadas a Kitty se eu começasse a escrever sem mais nem menos, é melhor fazer um breve resumo de minha vida, por mais que seja contra a minha vontade.      Meu pai, o pai mais adorável que conheço, só se casou com minha mãe quando tinha 36 anos, e ela, 25. Minha irmã Margot nasceu em em Frankfurt am Main, na Alemanha, em 1926. Eu nasci em 12 de junho de 1929. Morei em Frankfurt até completar 4 anos. Como éramos judeus, meu pai imigrou para a Holanda em 1933, quando se tornou diretor-administrativo da Dutch Opekta Company, que fabrica produtos para fazer geleia. Minha mãe, Edith Holländer Frank, juntou-se a ele na Holanda em setembro, enquanto Margot e eu fomos mandadas a Aachen, para ficarmos com nossa avó. Margot foi para a Holanda em dezembro, e eu, em fevereiro, quando me puseram sobre a mesa como pres...

Amigos da Anne Frank (parte 1)

Maurice Coster Maurice Coster era um amigo de Anne Frank do Liceu Judaico. Ele já atuou em um filme no qual conheceu seus companheiros sobreviventes, muitos deles mencionados no diário  de Anne Frank. Anne descreveu-o em seu diário: Maurice Coster é um dos meus muitos admiradores, mas é um cara muito pesado. Segunda-feira, 15 de junho de 1942      Então, Maurice se lembra:"Fomos colegas de Anne Frank na escola Montessori e depois no Liceu Judaico. No Liceu tive que mudar de escola, porque os alemães proibiram estudantes judeus de partilharem a mesma classe com crianças não-judias. Uma manhã todos os meninos que seus nomes começavam com A, não vieram. Os alemães recrutaram e levaram eles sistematicamente. No dia seguinte foi a mesma coisa com todos cujos sobrenomes começam com o B e depois comigo, com C: Coster. Naquele tempo era sabido que nossos destinos eram os campos de concentração ou a capacidade de se esconder".  Maurice mudou seu n...

História de Nanette

Nanette Blitz Konig nasceu em 6 de abril de 1929, em Amsterdã, Holanda, filha de Martijn Willem Blitz e Helene Victoria Davids. Ela tinha um irmão mais velho chamado Bernard Martijn nascido em 1927. Também teve um irmão mais novo, Willem, nascido em 1932 e que faleceu em 1936. Sua família era de origem judia e seu pai trabalhava no Banco de Amsterdã. A partir de maio de 1940, a Holanda foi ocupada pelo   exército alemão   e os   nazistas   começam a perseguir os judeus. No início de outubro de 1941, os alunos judeus tinham que frequentar escolas separadas e é nessa ocasião que Nanette torna-se colega de classe de   Anne Frank, no Liceu Judaico. Em setembro de 1943, a família Blitz é presa e levada para o campo de transição de   Westerbork. Em   15 de fevereiro   de   1944, eles são deportados para o   campo de concentração de Bergen-Belsen. No final de novembro de   1944, o pai de Nanette morre, e no início de   dezembro, o ...

Brasil na Guerra

Venho nessa postagem mais é falar sobre a participação do brasil na segunda guerra mundial que começou no ano de 1942 onde o presidente era Getúlio Vargas. No começo da segunda guerra o Brasil estava de forma neutra até ocorrerem alguns ataques a navios brasileiros, que foi aí que ele resolveu fazer um acordo com Roosevelt, presidente americano na época, para o país participar da guerra. Embora a história dos pracinhas - diminutivo de praça, que é soldado - seja ainda pouco comentada no Brasil, Marcus Firmino Santiago da Silva, coordenador do curso de Direito da Escola Superior Professor Paulo Martins, do Distrito Federal, e estudioso sobre a Segunda Guerra, afirma que a participação brasileira foi muito importante. "O apoio do Brasil foi disputado na Segunda Guerra. De forma um pouco velada por parte dos países do eixo (Alemanha, Itália e Japão) e de maneira clara pelos aliados, especialmente os norte-americanos, além da Inglaterra e da França". O primeiro grupo de mi...